GANHAR MAIS, GASTAR MENOS E INVESTIR

10 de novembro de 2016

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dica-de-leitura

O livro GANHAR MAIS, GASTAR MENOS, E INVESTIR, tem uma pretensão ousada: Falar de dinheiro, com mulheres. Se fossem sapatos, viagens, estudo… O que, se pararmos para pensar, está atrelado diretamente ao dinheiro. O problema é que não fomos criados para falar de dinheiro, muito menos as mulheres. Não é tema de bate-papo familiar, nem matéria escolar, muito menos algo que se converse nas rodinhas de amigas. A cultura do brasileiro, colônia de exploração, dos escândalos de desvios de verbas por políticos, acaba sedimentando o consenso de que lucro é do mal! Quem fala de dinheiro é superficial, calculista, e outras bobagens.

Nossa educação financeira precisa melhorar, e muuuuito! O que eu amei neste livro, foi a abordagem simples, prática e direta das autoras, Denise Damiani e Cynthia de Almeida. É muuuito fácil de entender, tem exemplos da vida real, tarefas pequenas e objetivos de curto, médio, e longo prazo para executarmos.

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GANHAR MAIS! Quem não gostaria? Nesta etapa, fala-se muito de carreira, empreendedorismo, em como crescer profissionalmente, conquistar ganhos reais, planejar a carreira, aumentar o salário. Este capítulo deveria ser presente de formatura escolar, garanto que teríamos profissionais mais satisfeitos e bem sucedidos.

GASTAR MENOS! É um problema! Porque somos estimulados o tempo todo a ter. Com a informação cada vez mais acessível, a industria cada vez mais evoluída, as redes sociais, a cada dia, tomando mais conta da nossa vida. Como não gastar? Eu mesma, sou uma grande propagadora de produtos desejáveis. Mas que fique claro: Isso não é errado! Vender não é coisa de gente do mal. Um comerciante visar lucro, é a coisa mais sensata que pode acontecer, afinal, ele reverte esse lucro ao mercado, consumindo, girando a roda, gerando empregos, pagando impostos.

Errado é se endividar! Gastar além do que pode, colocar a corda no pescoço, se afundar em juros, dívidas com o cartão de crédito, cheque especial, boletos vencidos. Essa relação ruim com o dinheiro, acaba extinguindo a paz de uma pessoa. Neste capítulo, as autoras ensinam a fazer planilhas, estimar gastos, projetar o futuro. Gastar de forma consciente e inteligente, é uma delícia!

INVESTIR! Se não falamos de dinheiro, não somos orientados especificamente por nossos pais ou professores, como saberíamos investir? E mais, quem tem dinheiro suficiente para isso? Pois o livro ensina, de forma clara, objetiva, sobre como e em que investir.

É claro que em alguns momentos, percebemos que a saúde financeira de Denise, é mais do que excelente, e alguns objetivos acabam parecendo utopias. Mas o fato é que se você puder interpretar as tarefas, dentro da sua realidade. Aplicar os conceitos de ganhar mais e gastar menos na sua vida, você em longo prazo, chegará no patamar confortável de investir substancialmente.

Para terminar, a parte em que ela discorre sobre mesada, e educação financeira dos filhos, é incrível!

Motivos não faltam para comprar o livro, ler, reler, riscar com marca texto e deixar na cabeceira da cama. Daqui um tempo, podemos falar sobre como nossa vida financeira melhorou. Que tal?

Gostaram do post? Lembrem-se de deixar um like no coraçãozinho do lado direito inferior da sua tela, comentem, sem vocês, esse espaço não existe!

Eu comprei o meu livro na Livraria Janina aqui em Cuiabá, mas com certeza vocês encontram no Amazon e nas melhores livrarias do país. 

Bjo bjo bjo! 



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CRIANDO A MINHA MARCA

31 de agosto de 2016

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Livros para posicionamento de marca

Muita gente me pergunta onde encontrar o caminho para a criação e o fortalecimento de sua marca no Mercado. Seja um pequeno negócio de bolos caseiros, uma loja de roupas, um salão de beleza, ou uma carreira de maquiador, psicólogo, dentista, advogado…

O primeiro passo: Entender o seu negócio! Esse passo é imprescindível, porque é através dele que você vai entender como divulgar a sua marca, e que caminhos seguir. O que eu “vendo”? Para quem? Onde? Quem são meus concorrentes? Onde eu quero chegar? De preferência, escreva essas respostas em um papel, pois escrever, faz com que você elabore melhor as respostas.

Aprofundando mais ainda, você pode enumerar as principais qualidades do seu concorrente direto, e os principais erros ou deficiências. Isso vai te dar uma luz sobre o que fazer, e melhor, o que NÃO fazer.

Vamos aos livros, em ordem de preferência de leitura:

  1. PERSONAL BRANDING – Arthur Bender: Esse livro deveria ser matéria escolar, porque ele define de forma muito direta e prática, como posicionar a sua marca. Se você adota-lo como apostila da vida, seguir os passos, fazer as listinhas, e colocá-lo em prática, tenho certeza que você já estará no caminho certo;
  2. GERAÇÃO DE VALOR – Flávio Augusto: Esse empreendedor, que nasceu em uma família simples na periferia do Rio de Janeiro, e hoje é o bilionário e bem sucedido dono do time de futebol Orlando City, conta como “pensar fora da caixa”, e criar uma verdadeira revolução na sua vida profissional. O livro é leve, divertido, ilustrado, fácil de ler, e ajuda a instigar o pensamento criativo;
  3. PAIXÃO E SIGNIFICADO DA MARCA – Arthur Bender: Neste livro o autor dá continuidade ao que foi colocado em Personal Branding, destacando o que leva uma marca ou um profissional a se tornarem referência em seu Mercado. E mais, como tornar seus clientes, verdadeiros propagadores da sua marca, através da emoção, e da paixão. Como se diz no Mercado de Marketing de Relacionamento: Como se tornar uma “Lovemark”;
  4. QUEBRE AS REGRAS – Seth Godin: Um livro que tem a mesma dinâmica leve e divertida do Geração de Valor, muuuuito rápido de ser lido, e que auxilia a prática do pensamento criativo;
  5. BRANDING, A ARTE DE CONSTRUIR MARCAS – Marcos Hiller: O tipo de livro que a gente lê em “uma sentada só”. Muito objetivo e claro no que concerne à construção, posicionamento e fortalecimento da sua marca;
  6. VOCÊ É A SUA MELHOR MARCA – Jussier Ramalho: A história do autor por si só já encanta. De origem humilde, ele criou um “case” de sucesso com sua banca de revistas (a Banca Prática). Que hoje é um modelo de negócio a ser copiado e admirado. Palestrante, empreendedor do ramo imobiliário, Jussier mostra em seu livro, que todo mundo pode fazer diferente, mesmo sem recursos financeiros;
  7. MARKETING NA ERA DIGITAL – Martha Gabriel: Depois que você já leu todos os anteriores, com certeza vai querer comunicar a sua marca, e as Redes Sociais são, com certeza, o melhor lugar para isso. Mas aqui nasce um imenso ponto de interrogação: Como propagar minha marca nas Redes Sociais? Este livro, de fato mais complexo e de aprofundada leitura, trás uma excelente perspectiva do Mercado Digital.

Com essa biblioteca, uma boa dose de força de vontade, e dedicação, eu tenho certeza que a sua marca já vai nascer forte! E se ela já existe há muito tempo, e vem encolhendo a cada dia, com essa leitura, você pode retomar o crescimento e se posicionar no topo do Mercado. Não se trata de verba financeira, tempo ou condições propícias… Existe um quesito chamado empenho e vontade, que serão cruciais na sua trajetória. Vamos lá???

Me conte se vocês gostam deste tipo de post, e o que mais gostariam de ver por aqui? Lembrem-se de apertar o coração do cantinho direito e deixar o seu like, pois a sua opinião é muito importante para mim.

Bjo bjo bjo!



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PENSAMENTOS DA MAYSA: SÓ AS MÃES SÃO FELIZES?

4 de setembro de 2015

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Eu sei que hoje é sexta, venho eu com um PENSAMENTO super profundo, e tenho certeza: polêmico! Mas essas palavras me saltam o peito, e se um blog nada mais é que um espaço para dividir dicas, descobertas, truques e reflexões, sinto que devo usá-lo instintivamente para despertar o pensar em todas vocês!
Estou re-lendo o livro Só as Mães são felizes, escrito por Regina Echeverria, através de um longo e verdadeiro depoimento de Lucinha Araujo, mãe de Cazuza. Quando li a primeira vez, eu já era mãe da Duda, com 7 meses, tinha 24 anos e a menor idéia do que de fato seria a maternidade.
Achei o livro emocionante, porque sempre fui fã de Cazuza, e li querendo saber mais sobre ele… Parecia que os sentimentos da mãe, me passaram um tanto despercebidos.
Hoje relendo, diria a todas as mães, independente de suas convicções, religiões, conceitos e pré-conceitos: Leiam! Percebam o quanto apesar de nossas melhores intenções, nossos filhos são seres independentes de nós, que cortado o cordão umbilical, desligados da amamentação, dados os primeiros passos, levarão seus tombos, escolherão seus caminhos, por mais que sempre estejamos perto, tentando protegê-los.
Cazuza foi filho único, criado na primeira infância com rigidez militar, empenho e dedicação de uma mãe que só queria que seu filho tivesse o melhor futuro. Exigente, Lucinha impunha horários de estudo, acompanhava de perto, ensinava, cobrava, repreendia, batia (naquela época era normal criança apanhar), e assim foi até que ele completasse 10 anos…
Na adolescência Cazuza se rebelou, começou a matar aula, ficar de recuperação, falar que ia para escola e sumir, se vestir de forma inadequada aos padrões maternos, “fugir” da mãe, se aproximar do pai, de forma conveniente, revelando-lhe apenas o lado bom… Como se os “surtos” da mãe, fossem exageros, descompensados.
Toda mãe pensa: Onde foi que eu errei??? Mas será que de fato errou? Será que embora tracemos um padrão de vida conveniente, brilhante, fantástico para nossos filhos, não tenhamos que respeitar seus “destinos”, sua cruzes, suas encruzilhadas?
Hoje eu tenho uma pequena adolescente em casa, quase 12 anos, como ela diz. Fui bastante rígida com ela, segui padrões Içami Tiba de educação, li todos os livros do mestre. Coloquei no Ballet, Kumon, levei à missa, deixei de castigo, repreendi, estimulei… Mas senti que precisava mudar um pouco a conduta, para que ela continuasse minha “amiga”.
Agora ela me conta que seu coração pulsa pelo amiguinho tal, e minha vontade é falar: “Pára com isso menina! Você ainda é criança!” Mas eu engulo seco, faço a tática da mãe-moderna-amiga, e pergunto com naturalidade sobre este pulsar de coração. E ela me conta tudo (eu acho), me diz que só quer namorar com 13 anos (eu penso, ufa!), que agora prefere guardar seus sentimentos em segredo. Conta também que algumas amiguinhas já beijaram, que as mães não sabem, e que ela acha cedo (ufa! De novo!). Onde foi que acertei? Será que acertei?
Lendo “Só as mães são felizes”, caio na real, que foi com 12 anos que grande parte das escolhas aconteceram na minha vida. Meu primeiro beijo, as primeiras dores no coração, a primeira vez que me ofereceram cigarro, bebida, e outros perigos. Sei lá como foi que meus pais acertaram, para que dali pra frente, eu soubesse escolher caminhos que não me colocassem em uma fria!
Cazuza, fumou maconha, aprendeu a tomar Whisky, virou Hippie de Boutique, “rebelde sem calça”, como ele mesmo dizia. Deu tantas dores de cabeça à Lucinha, e demonstrava interesse zero por qualquer profissão que fosse. Frustrada, perdida, sem rumo, aquela mãe lutava sem desistir, para que seu filho único descobrisse um Dom, uma aptidão, sua missão no mundo. Todos temos uma!
Meio que por acaso, após idas e vindas, um dia Cazuza entrou para o teatro, e ali fez um musical, que o revelou cantor… Lucinha sempre na platéia, no sofá, à espera… Brigando, aplaudindo, lutando sem cansar por aquele filho que podia dar em nada, mas que ainda podia dar certo. Só as mães são felizes? Sim! E não!
O Cazuza cantor caiu de paraquedas em um conjunto (hoje a gente fala banda) pronto, chamado Barão Vermelho, isso era em meados de 1981! Pronto, parecia mágica, que aquele grupo de garagem, meio tosco de início, começou a escrever história na música brasileira. E Cazuza, descobriu seu Dom, transformar a vida em poesia! Um letrista rebuscado que começou falando de amores frustrados e terminou instigando o jovem nacional se posicionar!
Ideologia! Precisamos, queremos, devemos, ter uma para viver! Brasil, que forte, o menino de Lucinha conseguiu falar com o BRASIL, e exigir-lhe postura, decência, pulso firme, para mostrar a sua cara… Então 25 anos após a sua morte, Cazuza faz o maior sentido! Todo sentido! e deixou páginas e páginas de palavras “mágicas”, que embalaram amores, fizeram fundo às dores, e que impulsionam nosso pensamento crítico, como se tivessem sido escritas ontem a noite, logo após as notícias do Jornal Nacional!
Lucinha diz que foi muito feliz, ao ser tiete número 1 de seu filho, que apesar dos porres, e das loucuras, ele foi de fato muito próximo, muito carinhoso e muito grato em seus 10 últimos anos de vida. Ele foi o melhor amigo de seus pais, e vice-versa, ele foi transparente, sincero, provocou dores, mas provocou amores, flores…
Na platéia ela assistiu Cazuza existir, e no fim teve que vê-lo partir… Devagar, com dor, com sofrimento… Logo agora, depois que o menino virou homem-artista-respeitado-aclamado… Logo agora que ele sabia que queria lutar por um país melhor, logo agora que ele tinha em seus pais, uma proximidade sem barreiras ou bloqueios…
E com 32 anos, em casa, fraco, debilitado ao último grau, ele se foi! Fechou os olhos de vez, e se despediu daquela mãe que tanto o amou! Daquele pai que se apaixonou pelo filho, que se tornou seu grande amigo… Nossa, que dor!
Hoje, eu, Maysa, mãe de uma menina de 11 e um menino de 5, sinto meu peito apertar de dor, quando leio as palavras de Lucinha… Mas sou grata por tudo que ela me revelou, de forma tão verdadeira, e transparente, neste comovente depoimento.
Pouco tempo depois de sua morte nasceu a SOCIEDADE VIVA CAZUZA, que abriga crianças portadoras do HIV, ajudando-lhes a ter tratamento adequado e uma chance na vida. Um dia, sentada no escritório da Sociedade, Lucinha, se pegou chorando de saudade… Sua dor foi interrompida pelo barulho das gargalhadas da criançada no pátio. Ela olhou pela janela, e sentiu um alívio inexplicável no peito. Tinha um pouquinho de Cazuza, em cada criança que corria ali. Foi sua obra, foi sua história, foi sua coragem em vir a público, dizer: “Eu tenho HIV”, que fez com que tudo aquilo ali fosse possível…
Lucinha há mais de 20 anos, é “mãe” de cerca de 140 pequenos Cazuzas, abrigados pela Sociedade Viva Cazuza, para que possam crescer com tratamento médico, educação e dignidade. Dali saem para mundo jovens que tiveram uma chance na vida, de construir uma história diferente daquela que nasceram “fadados” à viver!
Para mim, o desejo de que eu possa conduzir a vida dos meus filhos por um caminho do qual eu me orgulhe. Que eu saiba respeitá-los em suas individualidades, que eu não os perca para vida, e nem os sufoque, que eu seja sempre a casa para onde eles retornem, e que Deus me permita entender os dissabores, e aproveitar as flores…
Bjo bjo bjo de Mamãe, Maysa! 


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